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Alimentos: mais que obrigação, um compromisso com o bem-estar familiar

  • jucruzngadv
  • 8 de ago. de 2025
  • 1 min de leitura


Na minha atuação em Direito de Família, vejo que a questão dos alimentos vai muito além de números e valores financeiros. A obrigação alimentar tem caráter essencialmente alimentar — visa garantir o sustento, a saúde e o desenvolvimento das crianças e adolescentes, respeitando sempre o binômio fundamental: capacidade de quem paga versus necessidade de quem recebe.


Porém, mais importante do que o valor, é preservar o vínculo familiar e a convivência harmoniosa entre as partes. A presença amigável e o diálogo respeitoso devem prevalecer para que o direito de alimentos não se transforme em um fator de conflito ou afastamento entre pais e filhos.


Em muitos casos, o caminho ideal é a busca por acordos que considerem o melhor interesse da criança, promovendo soluções que atendam às necessidades materiais sem comprometer o relacionamento afetivo. A escuta ativa e o atendimento humanizado são ferramentas que utilizo para apoiar meus clientes na construção dessas soluções, sempre com foco na justiça e no cuidado humano.


Porque, para mim, a advocacia de família não é apenas uma profissão — é uma missão que envolve amor, respeito e compromisso verdadeiro com o futuro das famílias que represento.

 
 
 

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